Você quer entender sobre arte contemporânea e não sabe por onde começar?
Você já conhece a arte contemporânea, mas quer aumentar o seu repertório de obras e artistas, entender mais sobre conceitos de uma maneira descomplicada?
Narrativas da Arte Contemporânea é um curso online organizado por temáticas. Ele foi criado para estudantes, professores, curadores ou qualquer pessoa que se interesse por arte e querem conhecer mais sobre a parte mais recente da História da Arte. Não é necessário ter conhecimento prévio.
Você quer entender sobre arte contemporânea e não sabe por onde começar?
Você já conhece a arte contemporânea, mas quer aumentar o seu repertório de obras e artistas, entender mais sobre conceitos de uma maneira descomplicada?
Narrativas da Arte Contemporânea é um curso online organizado por temáticas. Ele foi criado para estudantes, professores, curadores ou qualquer pessoa que se interesse por arte e querem conhecer mais sobre a parte mais recente da História da Arte. Não é necessário ter conhecimento prévio.
Seria legal estudar arte contemporânea de uma maneira descomplicada, cheia de imagens e boas referências?
CONTEÚDO:
A arte contemporânea compreende a arte produzida a partir da década de 1960. Com ela vieram rupturas de paradigmas e a arte começou a extrapolar o campo do pedestal da escultura e da moldura da pintura, ela se expandiu no espaço, ganhou contornos infinitos e até hoje pode ser difícil de reconhecer. Vamos juntos explorar algumas das maneiras como a arte contemporânea pode se apresentar?
O curso propõe discussões sobre arte contemporânea, seus aspectos e características e as questões que a cercam, como as relações sobre corpo, espaço, narrativa, retrato e autorretrato e a própria História da Arte.
Convida a pensar em obras de arte e artistas, suas características, a maneira como se apresentam, construindo um repertório imagético, tendo contato com a arte produzida nacional e internacionalmente.
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O curso é em formato de vídeo e conta ainda com materiais extras para baixar em PDF, incluindo indicações de leitura, filmes, bibliografia e links úteis.
300 obras de arte abordadas.
A arte do século XX e XXI.
Narrativas da Arte Contemporânea foi produzido por quem entende 100% do assunto:
Tenho 15 anos de experiência na área de artes visuais, sendo metade dedicados à linha de pesquisa de Teoria e História da Arte. Terminei meu mestrado em 2015 e o doutorado em 2019 na UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina.
Meu mestrado e doutorado foram sobre arte contemporânea.
Sou crítica de arte associada da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte.
Dou cursos livres presenciais e online, publico artigos científicos, faço mentoria com artistas.
Criei o site e redes sociais Lendo a História da Arte com a missão de levar conteúdos de qualidade para a internet.
Obrigada por estar aqui começando mais essa jornada pela arte!
Eu separei o nosso curso em 5 partes: O que é o contemporâneo; Arte e Espaço; Corpo; Retrato e autorretrato; Arte contemporânea e História da Arte!
Pra quem não me conhece, eu tenho experiência nas artes visuais desde 2007 e mantenho o site e página Lendo a História da Arte, me acompanhe lá! www.lendoahistoriadaarte.com / https://www.instagram.com/lendoahistoriadaarte
Vamos começar?
Como a função da imagem foi se modificando dentro da História da Arte. Como a autonomia do artista foi se construindo. Quando começa o período que chamamos de arte contemporânea.
A arte contemporânea faz uma ruptura de paradigmas. É um período sem categorias ou movimentos e tem a predominância do hibridismo.
Pensando no que já vimos até agora.... responda ao que se segue!
O filósofo Giorgio Agamben pode contribuir para pensar filosoficamente o que seria ser contemporâneo!
Miranda July é uma artista que transita por muitas linguagens diferentes. Aqui alguns projetos de arte contemporânea que nos fazem pensar sobre essa ruptura de paradigmas.
A historiadora da arte Rosalind Krauss já dava pistas de como o espaço da arte contemporânea poderia ser entendido em seu texto publicado em 1979.
Se não podemos chamar tudo de escultura, do que vamos chamar?
Uma das opções é land art, as obras que são produzidas em grandes ambientes, muitas vezes longe do público.
A pintura moderna vai abandonando a representação dos objetos. O cubismo foi um movimento da arte moderna muito importante pra gente pensar em como o espaço se organiza nas obras.
O artista brasileiro Hélio Oiticica escreveu o seu texto O esquema geral da nova objetividade para pensar nos processos artísticos das obras de arte no Brasil estavam se organizando nas décadas de 1960 e 70.
Vamos pensar o espaço na arte contemporânea? Responda ao que se segue...
O artista alemão Kurt Schwitters é um bom exemplo pra que a gente entenda essa transição do moderno para o contemporâneo.
A artista brasileira Regina Silveira tem muitas obras onde explora o espaço da arquitetura.
A artista brasileira Carmela Gross faz intervenções na arquitetura, tem obras que exploram o espaço expositivo.
A artista Tatiana Blass faz muitas instalações, e nessa aula ainda vamos ver um site-specific produzido por ela.
O artista Henrique Oliveira tem um processo artístico que sai da pintura para explorar o mundo tridimensional.
A artista inglesa Rachel Whiteread ganhou o Turner Prize, um importante prêmio de arte, e não é a toa, ela produz obras que desafiam o nosso olhar.
A artista Renata Lucas faz do estranhamento a sua questão, vamos pensar o espaço urbano através da arte?
A artista Eleanor Antin colocou 100 botas para passear na sua série de obras de land art que chegam até nós como fotografias.
O livro O corpo impossível da pesquisadora Eliane Robert Moraes agrega várias reflexões sobre as transformações da representação do corpo na arte moderna e contemporânea.
Nessa aula continuamos algumas reflexões sobre o livro O corpo impossível, pensando a metamorfose dos corpos, que se tornam, muitas vezes, seres híbridos.
Vamos pensar mais sobre o corpo?
A artista Rachel Kneebone e Nele Azevedo são duas artistas que tem obras que abordam o corpo humano, cada uma com um gesto diferente, Rachel fragmenta os corpos, enquanto Nele dilui os corpos.
O corpo sendo apresentado em performances e usado como ponto de partida para objetos e desenhos.
Vamos lá?
A artista Ana Mendieta teve uma produção onde explora o seu corpo, as relações da vida e da morte.
Laura Lima faz performances e também tem obras onde pensa as vestimentas para o corpo.
O corpo pode ser sombra como em Lars Nilsson ou pode ser metamorfose, como nas obras de Edgard de Souza.
Adriana Varejão é uma artista que explora a carnalidade da pintura!
O hiper-realismo pode ser pensado de duas formas diferentes, uma com Duane Hanson, com o cotidiano sendo encenado ou como em Patricia Peccinini uma fantasia que beira à realidade.
Sergio Adriano H. e Nona Faustine usam o corpo como instrumento para pensar no lugar do corpo negro na sociedade contemporânea, mas também pensar sua historicidade.
Rosana Paulino trás as memórias de seus antepassados negros marcada na representação de seus corpos, assim como memórias afetivas da infância e juventude no aprendizado da costura.
Estamos todos em busca de nossa identidade enquanto pessoas nesse mundo! Com os artistas não seria diferente. Ainda nesta aula a série Disclaimer de Valeska Soares faz a gente refletir sobre os limites da ficção e da realidade.
Roni Horn fotografou sua sobrinha por 2 anos, e nessa obra acompanhamos o resultado, que fala sobre identidade, sobre mutabilidade.
A fotógrafa Alessandra Sanguinetti acompanhou por anos a fio a vida das primas Guille e Belinda no interior de uma fazenda em Buenos Aires, Argentina. O resultado é uma série que nos convida a testemunhar também um pouco de suas vidas.
A infância pode ser retratada de tantos jeitos diferentes... esse é um convite para refletir sobre como ela se apresenta na arte contemporânea também.
Duas pioneiras da fotografia vitoriana, Lady Clementina Hawarden e Julia Margaret Cameron nos transportam para pensar o início da fotografia como arte.
O autorretrato se tornou mais presente na arte a partir do Renascimento e ganhou cada vez mais espaço. Nessa aula você confere alguns exemplos, com linguagens diferentes.
Vamos pensar sobre autorretrato?
O artista francês Christian Boltanski fala sobre a vida e a morte, e suas obras são sempre um convite para pensar sobre o tempo.
Joachim Shmid reutiliza fotografias que foram descartadas em seu projeto!
Nicole Lima está disposta a contar fragmentos de histórias de fotografias que foram descartadas, refletir a razão de terem sido jogadas fora e faz um convite para pensar sobre nossa memória.
Thomas Struth nos leva ao interior das residência para conhecer diferentes famílias em diferentes contextos. Entramos na intimidade do lar dessas pessoas.
Ales Flemming é um artista autorreferente, em suas obras encontramos não apenas a temática sobre si mesmo como partes dele mesmo.
A artista a bio hacker norte americana vem esticar os limites da arte e da tecnologia. Será que nosso DNA pode fazer um retrato nosso de maneira perfeita?
Roman Opalka fez da sua obra a sua vida e da sua vida a sua obra. Uma é intrínseca à outra.
Quanta emoção cabe em um coração? Terminando nosso módulo, vamos falar sobre as emoções?
A arte contemporânea se apropria muitas vezes da própria história da arte para refletir sobre ela ou mesmo questionar.
A história da arte é ponto de partida para essas obras desses dois artistas brasileiros.
A artista cria um heterônimo que tem biografia e produz uma série de fotografias de obras de arte.
A presença das mulheres artistas na arte é questionada por essas artistas que apresentam os seus projetos de maneira inovadora.
Diante do tempo estamos diante da soleira de uma porta. Venha conhecer o que o historiador da arte Georges Didi-Huberman pensa sobre o tempo na história da arte.
Parabéns por ter concluído o curso!
Obrigada pela sua companhia!
Convido você a acompanhar o Lendo a História da Arte nas redes sociais.
Até a próxima jornada!
Um abraço,
Viviane.
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